Cinema híbrido e a descentralização da identidade: exemplos no filme Distrito 9

Guilherme Volkmann Haas

Resumo


O presente artigo analisa algumas características contemporâneas que definem a chamada cultura digital no campo comunicacional a partir da confluência e interação de diferentes mídias com as novas tecnologias de produção narrativa/imagética. A pesquisa propõe um levantamento das teorias sobre o cinema híbrido e investiga os impactos tecnológicos no modo de escritura, produção e fruição cinematográfica na pós-modernidade. Como referencial teórico são utilizados autores brasileiros como Arlindo Machado, André Parente, Lúcia Santaella e Erick Felinto; e internacionais, como Robert Stam e Ella Shorat. Para ilustrar o corpus teórico sobre a hibridização de linguagens e a descentralização do sujeito contemporâneo na área cinematográfica, é apresentado um estudo sobre a estrutura narrativa do filme Distrito 9 (2009).

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Copyright © 2005 | CIC.DIGITAL-Porto | PRISMA.COM | ISSN 1646-3153  | DOI 10.21747/16463153 | Contacto: prisma.com@letras.up.pt 

 

  

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