https://ojs.letras.up.pt/index.php/GETUP/issue/feedRevista de Educação Geográfica | U.P.2025-05-19T09:47:25+00:00Elsa Pacheco e Laura Soaresgetup@letras.up.ptOpen Journal Systems<p>A revista de Educação Geográfica da UP, é uma publicação online da iniciativa do Mestrado em Ensino da Geografia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto que reúne contributos de diversas áreas científicas sobre ensino e educação, privilegiando os de âmbito geográfico. É neste contexto que a GETUP se abre à publicação de trabalhos de investigadores, docentes e estudantes para partilhar e divulgar experiências e reflexões de todos os níveis de ensino.<br /><a href="http://flup008/index.php/index/admin/contexts//index.php/GETUP" target="_blank" rel="noopener"><img src="http://flup008/index.php/index/admin/contexts//ojs/public/site/images/root/Capa_final_49_2.png" alt="" align="left" /></a></p>https://ojs.letras.up.pt/index.php/GETUP/article/view/15273Editorial2025-05-14T09:22:19+00:00Elsa Pachecogetup@letras.up.ptLaura Soaresgetup@letras.up.ptJoão Carlos Garciagetup@letras.up.ptJosé Ramiro Pimentagetup@letras.up.pt<p>.</p>2025-05-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista de Educação Geográfica | U.P.https://ojs.letras.up.pt/index.php/GETUP/article/view/15282eTwinning e Geografia2025-05-19T09:07:01+00:00Elisabete Fielfiel.elisabete@gmail.comTeresa Lacerdateresalacerda@hotmail.comPaulo Lemospaulomclemos@outlook.com<p>O eTwinning é a maior comunidade de professores da Europa, reúne 45 países e 28 línguas e disponibiliza<br>uma plataforma que permite que todos os docentes e alunos possam encontrar-se para desenvolver<br>ideias, colaborar e fazer projetos à distância. Alinhado com a Agenda 2030, promove a<br>educação inclusiva, a cidadania global, a diversidade cultural, a sustentabilidade, bem como<br>as competências digitais. Numa lógica de aprendizagem por projetos, promove a consciência<br>geográfica, o diálogo com outras culturas, a procura de soluções para problemas comuns. A<br>análise de projetos eTwinning mostra a componente geográfica comum a todos os projetos,<br>contribuindo para a aprendizagem de conceitos em sala de aula de forma prática e inovadora.<br>O eTwinning tem ainda Grupos, onde se juntam eTwinners com os mesmos interesses, de que<br>são exemplos as ÁREAS RURAIS, o Grupo ITE (Inicial Teacher Education), promovido pelos<br>Serviços Centrais eTwinning ou, mesmo a nível nacional, o Grupo Viriato e o Grupo ITE–PT.<br>A Formação Inicial de Professores é uma das preocupações da Comissão Europeia, aproximando<br>estudantes e professores das várias Universidades para que possam, em conjunto, desenvolver<br>projetos, experimentar novas metodologias, discutir outras formas de aprender e<br>ensinar com recurso à tecnologia. A European School Education Platform permite, ainda, o<br>acesso a formação gratuita online e a publicação de artigos.</p>2025-05-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista de Educação Geográfica | U.P.https://ojs.letras.up.pt/index.php/GETUP/article/view/15283Um desenho em viés2025-05-19T09:11:41+00:00José Ramiro Pimentajpimenta@letras.up.pt<p>No âmbito das comemorações dos cinquenta anos do curso de Geografia na<br>Faculdade de Letras da Universidade do Porto, em Maio de 2022, procedeu-se à recolha, sistematização<br>e tratamento da informação relativa a provas de Doutoramento do Departamento<br>de Geografia da Faculdade de Letras do Porto, que pretende captar a estrutura de reprodução<br>da investigação científica desta instituição nos primeiros cinquenta anos da sua existência.</p>2025-05-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista de Educação Geográfica | U.P.https://ojs.letras.up.pt/index.php/GETUP/article/view/15284Em busca de algum tempo perdido2025-05-19T09:15:43+00:00José Ramiro Pimentajpimenta@letras.up.pt<p>O curso de Geografia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto<br>entrou em funcionamento em Outubro de 1972. Considerando apenas os intervalos de datas<br>em que funcionou um curso de Geografia na Universidade do Porto (1919-1931; 1972 em diante),<br>esquematicamente pode considerar-se a evolução dos estudos ultramarinos na evolução desta<br>história fragmentada. São diversos os contributos para um certo reavivamento dos temas tropicais<br>na Geografia actual da Faculdade de Letras do Porto e procedem de várias origens.</p>2025-05-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista de Educação Geográfica | U.P.https://ojs.letras.up.pt/index.php/GETUP/article/view/15285A (improvável) criação de uma mapoteca escolar2025-05-19T09:20:08+00:00Alexandre Cardosoalexandre.cardoso@aerfreitas.pt<p>Este texto visa dar a conhecer uma metodologia de trabalho idealizada no sentido de<br>recuperar, catalogar e divulgar o acervo cartográfico da Escola Básica e Secundária Rodrigues<br>de Freitas (EBSRF), e das restantes escolas que fazem parte do Agrupamento que a instituição<br>coordena, bem como partilhar as experiências (mais ou menos bem sucedidas) que tiveram<br>lugar ao longo de dois anos para construir a “Mapoteca Rodrigues de Freitas”. A perseverança<br>e o improviso foram a base deste projeto porque tudo era novo e muitos dos problemas com<br>que nos deparamos eram impossíveis de prever. Da mesma forma os materiais catalogáveis foram-<br>se descobrindo e, dessa forma, abrindo novas frentes de trabalho e variando as temáticas<br>desta mapoteca que aos poucos também foi ganhando contornos de fototeca, mediateca… Em<br>suma, um projeto desafiante e com um rumo que se continua a construir.</p>2025-05-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista de Educação Geográfica | U.P.https://ojs.letras.up.pt/index.php/GETUP/article/view/15286À volta do pátio da minha escola em 8 passos2025-05-19T09:24:33+00:00Ana Cristina Câmaracristina_camara@sapo.pt<p>O projecto tem como principais objetivos sensibilizar as crianças e os jovens a utilizar o pátio da escola enquanto objeto de investigação-ação e contribuir para o desenvolvimento de competências variadas. Os alunos exploram<br>e estudam o espaço geográfico do pátio da escola, através de um conjunto de atividades<br>didáticas concetualizadas e que paulatinamente irão familiarizar as crianças e os jovens com<br>o método científico.</p>2025-05-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista de Educação Geográfica | U.P.https://ojs.letras.up.pt/index.php/GETUP/article/view/15287Inclusão e Diversidade2025-05-19T09:31:11+00:00Paulo Lemospaulomclemos@outlook.comElisabete Fielfiel.elisabete@gmail.comTeresa Lacerdateresalacerda@hotmail.com<p>Este artigo analisa o Multilateral eTwinning Seminar: Inclusion and Diversity, realizado em Leiria, em<br>2023, reunindo 77 educadores de 11 países para discutir inclusão e diversidade na educação.<br>Destaca metodologias inovadoras, como o uso da arte e tecnologia para criar ambientes de<br>aprendizagem mais equitativos e multiculturais. Através da análise de sessões plenárias e<br>workshops, a reflexão que se apresenta reforça a importância do eTwinning na (re)construção<br>de uma educação colaborativa e digital, promovendo valores de tolerância, cidadania global e<br>inovação pedagógica.</p>2025-05-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista de Educação Geográfica | U.P.https://ojs.letras.up.pt/index.php/GETUP/article/view/15288Geografia(s) em Diálogo2025-05-19T09:37:07+00:00João Lealjoaoleal2298@gmail.comMarco Pintomarcoaspinto2001@gmail.comPaulo Lemospaulomclemos@outlook.com<p>Os Encontros Nacionais de Estudantes não são uma novidade no nosso país.<br>Contrariamente àquilo que seria expectável para uma ciência centenária, até há bem pouco<br>tempo ainda não tinha sido organizado, pelo menos formalmente, um Encontro Nacional de<br>Estudantes de Geografia (ENEG), lacuna colmatada, a partir de 2019, data da reunião da primeira<br>edição do ENEG, em Coimbra. Esta breve nota refere-se espeicalmente aos temas e organização<br>da terceira edição, do congresso, reunido em Évora (2023), onde, pela primeira vez, o<br>tema do ensino foi formalmente integrado, permitindo a reflexão sobre alguns dos principais<br>desafios que a formação de professores enfrenta. O artigo refere várias das actividades paralelas<br>ao encontro, especialmente de ezcursões a vários lugares da região. alentejana.</p>2025-05-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista de Educação Geográfica | U.P.https://ojs.letras.up.pt/index.php/GETUP/article/view/15290Número completo2025-05-19T09:44:51+00:00Revista de Educação Geográficagetup@letras.up.pt<p>.</p>2025-05-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista de Educação Geográfica | U.P.https://ojs.letras.up.pt/index.php/GETUP/article/view/15274A countercolonial pedagogical tool2025-05-14T09:28:47+00:00Walace Rodrigueswalacewalace@hotmail.com<p>Notas sobre a pedagogia de Paulo Freire como ferramenta contracolonial — Buscamos,<br>com este artigo, compreender como as teorias educacionais de Paulo Freire (1921-1997) não somente<br>são relevantes para pensar uma educação libertadora, crítica e humanista, mas que elas<br>também se colocam como verdadeiras teorias contracoloniais. Diferente do pós-colonialismo<br>e do decolonialismo, o contracolonialismo bate de frente com os estereótipos, racismos, discriminações<br>e preconceitos provenientes da época colonial e que ainda são fortes em nossa<br>estrutura social brasileira. Este artigo parte de uma pesquisa bibliográfica de natureza qualitativo-<br>exploratória para dar conta de nosso objetivo. Os resultados deste texto revelam que as<br>teorias freireanas batem de frente com os preceitos estruturais do colonialismo no Brasil, revelando<br>uma educação não somente política, mas também ética e humanista que pode também<br>lutar criticamente contra as atuais formas de dominação de quaisquer poderes hegemônicos<br>imperialistas.</p>2025-05-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista de Educação Geográfica | U.P.https://ojs.letras.up.pt/index.php/GETUP/article/view/15275Geo-consciência e cultura de território2025-05-14T09:34:22+00:00Carlos Gonçalvescarlos.goncalves@uevora.pt<p>Geo-consciência e cultura de território. Educação para GeoCapacidades — O conhecimento<br>que confere poder (‘powerful knowledge’) pressupõem educação disciplinar sólida,<br>aberta e que permita aos jovens pensar sobre o mundo, inserindo-se no mundo, dialogando<br>com a comunidade local e global. Para esse efeito, o ensino da Geografia tem a missão potenciar<br>a aquisição de geo-capacidades. Neste artigo, desenvolve-se uma reflexão sobre como se<br>podem conferir poderes ao conhecimento geográfico através da educação para as geo-capacidades.<br>Discute-se de como currículos se devem orientar para preparar os jovens com este tipo<br>de competências e por fim, como, através de conhecimentos robustos e transversais de pode<br>reforçar a geo-consciência que estimula nas comunidades, nas sociedades, a cultura de território.<br>Sistematizando as ideias patentes na bibliografia recente onde decorre o debate sobre as<br>geo-capacidades, propomos uma interpretação para onde confluem as ideias de geo-capacidade<br>(a desenvolver na escola, no curriculum, no jovem), geo-consciência e cultura de território<br>(a desenvolver na comunidade, na sociedade). Adotando a perspetiva das geo-capacidades nos<br>currículos do ensino da Geografia, abrem-se horizontes para que os jovens experimentem a<br>plenitude da sua cidadania e da sua humanidade. Fazendo uso destes conhecimentos, os jovens<br>serão fontes de geo-consciência e de cultura de território (local e global).</p>2025-05-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista de Educação Geográfica | U.P.https://ojs.letras.up.pt/index.php/GETUP/article/view/15277‘Queres que te faça um desenho?’2025-05-16T10:55:17+00:00Márcia Sofia da Silva Lopeslopesmarcia2000@hotmail.com<p>No ensino da Geografia, os mapas mentais constituem-se como uma metodologia<br />capaz de desenvolver competências ao nível da representação espacial, envolvendo os<br />alunos no processo de aprendizagem. Entre outras aplicações, a sua utilização como instrumento<br />didático pode permitir, ao professor, detetar a apreensão de conhecimentos prévios e<br />consolidados dos seus alunos que, raramente, conseguem exprimir pela oralidade ou pela escrita.<br />Ou seja, trata-se de uma ferramenta de trabalho que pode constituir-se como um ótimo<br />instrumento de avaliação diagnóstica. Em linha com este pressuposto, questionamo-nos “em<br />que medida o uso de “mapas mentais” pode constituir uma estratégia didática facilitadora da<br />avaliação diagnóstica?”, a qual deu lugar a um conjunto de objetivos cuja resposta foi obtida a<br />partir da concretização de 5 etapas de trabalho. Estas, por sua vez, desenvolveram-se sucessivamente,<br />desde o exercício de motivação à construção dos mapas mentais pelos alunos, com a<br />respetiva aferição das aprendizagens suportada num conjunto de indicadores selecionados a<br />partir de sistematização teórica. No final, aplicamos uma ficha formativa para aferir as aprendizagens<br />e um inquérito de apreciação dos trabalhos realizados. Posteriormente, como divulgação<br />entre a comunidade escolar, procedeu-se a uma exibição dos mapas mentais desenvolvidos<br />pelos alunos. Os resultados alcançados confirmam a perspetiva de diversos autores: os<br />elementos incorporados nos mapas mentais são tão mais rigorosos, quanto maior o conhecimento na avaliação formativa e sumativa.<br />que os alunos têm sobre determinada área ou tema. Tendo em conta os resultados desta<br />investigação-ação, tudo indica que os mapas mentais se constituem como um importante instrumento<br />de avaliação diagnóstica – constatação baseada na observação dos resultados obtidos<br />antes e após a lecionação dos conteúdos, assim como, com base nas classificações obtidas</p>2025-05-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista de Educação Geográfica | U.P.https://ojs.letras.up.pt/index.php/GETUP/article/view/15276Metodologias ativas e passivas2025-05-19T08:05:26+00:00Marisa Alexandra da Silva Lopeslopesmarisa16@hotmail.com<p>A emergência de<br>um modelo de ensino mais diversificado, com a utilização de estratégias promotoras do papel<br>ativo do aluno, tem favorecido, pouco a pouco, a reformulação do ensino tradicional, no qual<br>dominam processos de memorização numa comunicação vertical entre professor/aluno – o<br>que hoje conhecemos como metodologias passivas de aprendizagem (MPA). Em alternativa,<br>com a afirmação das metodologias ativas de aprendizagem (MAA), docente e discente envolvem-<br>se na prática letiva que visa o alcance de aprendizagens com significado na vida dos alunos.<br>Assim, esta investigação-ação, pretende explorar os contributos das MAA e MPA para o<br>ensino da Geografia, ou seja, questionámo-nos “até que ponto as MAA e MPA, se distinguem<br>na construção do conhecimento em Geografia?”. Perseguindo a resposta a esta questão, desenvolvemos<br>uma pirâmide de aprendizagem simplificada (PAS), que pretende organizar as MAA<br>e MPA a aplicar em conteúdos programáticos idênticos em duas turmas do 8.º ano de escolaridade,<br>da Escola Básica 2/3 Eugénio de Andrade. Como instrumento de registo de resultados recorreu-<br>se a fichas de trabalho, avaliação sumativa e inquéritos. Os resultados obtidos com esta<br>investigação, demonstram que os alunos conseguem obter melhores resultados com MAA,<br>comparativamente às MPA. Contudo, esta leitura está longe de ser linear, porque não encontramos<br>evidências inequívocas de distinção entre MAA e MPA, mas apenas que o facto de as<br>primeiras envolverem as segundas, acabam por funcionar em simbiose, dependendo também,<br>em larga medida, dos conteúdos programáticos.</p>2025-05-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista de Educação Geográfica | U.P.https://ojs.letras.up.pt/index.php/GETUP/article/view/15289Viagens de autor2025-05-19T09:41:47+00:00Pedro Fernandespmsfebooks@gmail.com<p>Neste trabalho desenvolve-se uma apresentação da página pessoal “artigosdopedro-pt.webnode.pt”, no qual são disponibilizadas aos internautas publicações digitais relevantes do ponto de vista turístico, resultado das minhas viagens de autor no âmbito da atividade de edição de livros próprios. Estes trabalhos constituem uma contribuição para a divulgação e valorização dos territórios retratados, especialmente em zonas de baixa densidade populacional.<br>Podem ser encontrados E-Books com conteúdo fotográfico de vários lugares em duas coleções:<br>“Uma visita fotográfica” e “Localidades de Portugal”. Para além disso, podem também ser consultados<br>livros na área da gestão/tecnologias de informação/outros, também da minha autoria<br>e edição. Neste estudo tomam-se em consideração apenas nos trabalhos que disponibilizam<br>conteúdo fotográfico, lançando-se um olhar sobre os títulos/lugares abrangidos.</p>2025-05-19T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Revista de Educação Geográfica | U.P.