https://ojs.letras.up.pt/index.php/Port/issue/feed Portvgalia : Revista de Arqueologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP 2022-10-13T10:48:50+00:00 Mário Jorge Barroca mbarroca@letras.up.pt Open Journal Systems <p><img src="http://flup008/index.php/index/admin/contexts//ojs/public/site/images/mselas/capa11.png" alt="" align="left" />A PORTVGALIA, revista de Arqueologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, iniciou a sua publicação em 1980 e, desde então, mantém uma periodicidade anual. A PORTVGALIA pretende ser um espaço de debate em torno das grandes questões teóricas e metodológicas da Arqueologia e de divulgação dos mais recentes resultados da investigação arqueológica nas suas diversas áreas cronológicas (Pré-História, Proto-História, Arqueologia Clássica, Arqueologia Medieval e Arqueologia Moderna e Contemporânea).</p> https://ojs.letras.up.pt/index.php/Port/article/view/12211 Sobre un hipogeo fenício descubierto en Almuñecar (Granada) en el siglo XVII 2022-10-13T09:26:37+00:00 Juan António Martin Ruiz mselas@letras.up.pt <p>.</p> 2022-10-13T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 Portvgalia : Revista de Arqueologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP https://ojs.letras.up.pt/index.php/Port/article/view/12212 O Crasto de Soure no Estuário do Mondego no Final do I Milénio A.C. 2022-10-13T09:36:32+00:00 Sara Almeida mbarroca@letras.up.pt Ricardo Costeira da Silva mbarroca@letras.up.pt António João Nunes Monteiro mbarroca@letras.up.pt <p>O Crasto de Soure figura na constelação de estações da proto-história e romanização do Baixo<br>Mondego. No entanto, apesar do histórico de intervenções e do reconhecido interesse do<br>arqueossítio, pouco se conhece para além do que consta das informações preliminares decorrentes<br>das primeiras escavações arqueológicas realizadas em 1987 e 1990. Destas, que terão sido os<br>trabalhos de maior vulto desenvolvidos no local, procede um conjunto artefactual significativo e<br>que permanecia parcialmente inédito. Neste contexto, mais do que anunciar novas descobertas<br>no local, o presente trabalho procura explorar o potencial informativo dos dados reunidos naquelas<br>campanhas. Para tal, dá-se especial ênfase ao estudo do espólio, elemento fundamental para ligar<br>a estação a um momento charneira na ocupação deste território – os finais do I milénio a.C.</p> 2022-10-13T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 Portvgalia : Revista de Arqueologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP https://ojs.letras.up.pt/index.php/Port/article/view/12213 Las Estatuas Galaico Lusitanas en posición de parada. II 2022-10-13T09:41:42+00:00 Sergio Ríos González mbarroca@letras.up.pt <p>.</p> 2022-10-13T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 Portvgalia : Revista de Arqueologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP https://ojs.letras.up.pt/index.php/Port/article/view/12214 La hibridación cultural en los castros del entorno de Lucus Augusti (Lugo, Galicia) a través de la cerâmica común de Época Romana 2022-10-13T09:49:57+00:00 Sara Barbazán Domínguez mbarroca@letras.up.pt Eduardo Ramil Rego mbarroca@letras.up.pt Hugo Lozano Hermida mbarroca@letras.up.pt <p>Este estudo centra-se na caracterização das produções cerâmicas comuns presentes em contextos<br>romanos de diferentes sitios arqueológicos próximos à cidade de Lucus Augusti, com o objetivo<br>principal de interpretar as transformações que ocorreram nesta área após a integração deste<br>território ao mundo romano. Através de uma abordagem que aposta na análise do intercâmbio<br>cultural que dá origem a uma cultura híbrida com importante eco no registo cerâmico, o estudo da<br>cerâmica comum dos castros de Saa (A Pastoriza), Agra dos Castros (Lugo) e Viladonga (Castro de<br>Rei), locais distintos entre si, que se encontram a diferentes distâncias da cidade e com ocupações<br>em períodos entre os s. I a.C. e o s. V da nossa era, o que nos permitiu observar as diferentes<br>realidades presentes no território</p> 2022-10-13T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 Portvgalia : Revista de Arqueologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP https://ojs.letras.up.pt/index.php/Port/article/view/12215 Sondagens Arqueológicas no Castro da Madalena (Vila Nova de Gaia) 2022-10-13T10:12:11+00:00 António Manuel S. P. Silva mbarroca@letras.up.pt Edite Martins de Sá mbarroca@letras.up.pt <p>Apresenta-se uma síntese dos resultados das campanhas de trabalhos arqueológicos realizadas, em<br>2020 e 2021, no Castro da Madalena, em Vila Nova de Gaia. As escavações neste pequeno povoado<br>atlântico permitiram recolher os primeiros dados relacionados com as suas estruturas habitacionais<br>e áreas adjacentes. Destaca-se o recurso preferencial a materiais construtivos como a argila, adobes,<br>saibro e elementos vegetais, em detrimento da pedra, que surge como complemento, sugerindo a<br>existência de aparelhos mistos. Também a existência de pavimentos de circulação exteriores às<br>casas, construídos com materiais similares, se reveste de particular interesse. A continuação da<br>investigação fornecerá, cremos, um importante contributo para o incremento do conhecimento da<br>organização interna dos povoados da Idade do Ferro em fase anterior à dominação romana.</p> 2022-10-13T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 Portvgalia : Revista de Arqueologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP https://ojs.letras.up.pt/index.php/Port/article/view/12216 Lucernas romanas de Ossonoba 2022-10-13T10:40:16+00:00 Ana Martins mbarroca@letras.up.pt Carlos Pereira mbarroca@letras.up.pt <p>Apresenta-se neste trabalho o resultado do estudo do conjunto de lucernas romanas recolhido no<br>decorrer da escavação arqueológica levada a cabo, em 2004, na Rua Infante D. Henrique Nº 58-60<br>(Faro, Portugal). Esta intervenção foi executada num sítio pertencente à cidade romana de Ossonoba<br>que teve a sua cronologia definida entre a primeira metade do século I d.C. e o primeiro terço/<br>metade do século V. O estudo ceramológico que aqui apresentamos teve como principais focos<br>a análise crono-tipológica, assim como da iconografia e da epigrafia presente nos fragmentos de<br>lucerna. O conjunto estudado apresenta uma grande diversidade em termos de morfologias e a<br>cronologia que reflecte uma ocupação mais intensa do sítio encontra-se balizada entre meados do<br>século I e final do III/início do IV.</p> 2022-10-13T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 Portvgalia : Revista de Arqueologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP https://ojs.letras.up.pt/index.php/Port/article/view/12217 De contexto religioso a contexto civil – A descoberta de um friso visigótico em Évora 2022-10-13T10:43:41+00:00 Eva Basílio mbarroca@letras.up.pt Ricardo Sarmento mbarroca@letras.up.pt <p>Em 2019, aquando do projeto de reabilitação do edifício localizado entre as ruas Miguel Bombarda,<br>Rua da Misericórdia e Travessa das Peras, em Évora, foi recolhido um conjunto de materiais<br>arqueológicos que se balizam entre a Antiguidade Tardia e o Período Moderno. Desse conjunto<br>de materiais, foi escolhido para estudo um friso do período visigótico, datado de entre os séculos<br>VI-VII d.C., o qual foi encontrado totalmente descontextualizado, no pátio do edifício. Neste sentido<br>o presente estudo propõe a elaboração de uma análise e interpretação da sua função, tipologia e<br>morfologia evidenciada, de forma a promover um enquadramento estilístico-decorativo e cronológico,<br>através de paralelos encontrados e já estudados em território peninsular.</p> 2022-10-13T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 Portvgalia : Revista de Arqueologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP https://ojs.letras.up.pt/index.php/Port/article/view/12218 Ofícios e Pequena Indústria em Penafiel 2022-10-13T10:46:39+00:00 Teresa Soeiro mbarroca@letras.up.pt <p>Após breve aproximação à arte de caldeireiro no país, focar-nos-emos em Penafiel, onde o ofício<br>ganhou, a partir da década de 1840, uma visibilidade que não possuía antes, graças a ter-se<br>estabelecido na cidade um profissional, Manuel da Cunha. Acompanharemos o percurso desta família,<br>os “Cunha Caldeireiros”, perscrutando a forma como se enraizou e as estratégias seguidas para<br>garantir a viabilidade económica do negócio e a transmissão familiar do saber fazer especializado.<br>Num momento posterior, asseguradas que estavam as necessidades do aro penafidelense, as novas<br>gerações partiram à conquista de outros mercados, processo de disseminação que os levou a abrir<br>oficinas por todo o Entre-Douro-e-Minho, muito procuradas quando, na transição para o século XX,<br>averbaram à sua actividade tradicional a preparação e instalação de complexos alambiques e o<br>fabrico e conserto de pulverizadores, indispensáveis, em particular, desde o surgimento do míldio.</p> 2022-10-13T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 Portvgalia : Revista de Arqueologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP https://ojs.letras.up.pt/index.php/Port/article/view/12219 Volume Completo 2022-10-13T10:48:50+00:00 Portvgalia mbarroca@letras.up.pt <p>.</p> 2022-10-13T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 Portvgalia : Revista de Arqueologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP