https://ojs.letras.up.pt/index.php/civaug/issue/feed Civitas Augustiniana 2022-01-24T19:06:01+00:00 Civitas Avgvstiniana civitas@letras.up.pt Open Journal Systems <p>Civitas Augustiniana é uma revista internacional eletrónica, com submissão de textos e revisão anónima por pares (peer review). <br />Civitas Augustiniana visa estimular os estudos agostinianos, em todas as dimensões da obra de Agostinho de Hipona no seu tempo e na tradição posterior.</p> https://ojs.letras.up.pt/index.php/civaug/article/view/11245 Notas a Anna Tropia, La teoria della conoscenza di Francisco Macedo. Un filosofo a confronto con Tommaso e Scoto 2022-01-18T15:27:22+00:00 Paula Oliveira e Silva mjgomes@letras.up.pt <p>.</p> 2021-12-21T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 Paula Oliveira e Silva https://ojs.letras.up.pt/index.php/civaug/article/view/11243 Índice 2022-01-18T15:08:33+00:00 C V mjgomes@letras.up.pt <p>.</p> 2021-12-21T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 C V https://ojs.letras.up.pt/index.php/civaug/article/view/11249 Apresentação 2022-01-21T11:00:49+00:00 C V mjgomes@letras.up.pt <p>.</p> 2021-12-21T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 C V https://ojs.letras.up.pt/index.php/civaug/article/view/11244 Volume Completo 2022-01-18T15:10:21+00:00 C V mjgomes@letras.up.pt <p>.</p> 2021-12-21T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 C V https://ojs.letras.up.pt/index.php/civaug/article/view/11242 Ficha técnica e projecto editorial 2022-01-18T15:02:43+00:00 C V mjgomes@letras.up.pt <p>.</p> 2021-12-21T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 C V https://ojs.letras.up.pt/index.php/civaug/article/view/11262 Publicações sobre Agostinho em 2020-2021 2022-01-24T18:26:21+00:00 C V mjgomes@letras.up.pt <p>.</p> 2021-12-21T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 C V https://ojs.letras.up.pt/index.php/civaug/article/view/11240 “Ama ut intelligas": Fé, razão e amor no De Trinitate de Santo Agostinho 2022-01-18T14:38:20+00:00 Daniel Chacon mjgomes@letras.up.pt <p>O objetivo deste artigo consiste em realizar uma investigação introdutória ao problema de Deus a partir da via anagógica proposta na obra <em>De Trinitate</em>, de Santo Agostinho. Com efeito, a inteligência da fé que age no amor conduz o ser humano a uma recordação da presença do amor mesmo que é Deus. Nesse cenário, portanto, vislumbra-se certo vestígio do <em>mysterium Trinitatis</em> O método proposto neste labor acadêmico será o da revisão bibliográfica. As considerações desenvolvidas nesta pesquisa, no entanto, situam-se na perspectiva de que a síntese agostiniana entre fé e razão, transpõe, pois, a uma simples adequação intelectual da razão à fé, exigindo, assim, uma vida no amor.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong></p> <p><em>De Trinitate</em>, fé e razão, <em>ama ut intelligas</em>, via anagógica, conhecimento de Deus.</p> 2021-12-21T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 Daniel Chacon https://ojs.letras.up.pt/index.php/civaug/article/view/11142 Graça e heteronímia na antropologia relational de Agostinho de Hipona 2021-12-30T20:30:51+00:00 Davi C. Ribeiro Lin davichangbh@gmail.com Anthony Dupont anthony.dupont@kuleuven.be <p>Este artigo irá discorrer sobre o horizonte relacional de Agostinho de Hipona (354-430) com um enfoque na perspectiva da graça e da heteronomia em <em>Confissões</em> e na controvérsia pelagiana. Graça e heteronomia se inserem biograficamente em <em>Confissões</em>, através de uma narrativa autobiográfica como testemunho da graça. Posteriormente, graça e heteronomia são realçadas na polêmica contra os pelagianos, no qual Agostinho reafirma sua doutrina do pecado original, a solidariedade da raça em Adão e a necessidade da graça de Cristo. A perspectiva antropológica agostiniana questiona uma visão autocentrada de autonomia humana e enfatiza sua dependência de um horizonte relacional. Elaborar-se-á uma síntese a partir de três eixos: (i) a heteronomia como expressão de uma antropologia dramática de busca e encontro (ii) a autonomia autêntica construída sobre o alicerce da heteronomia, sem opor-se à responsabilização humana (iii) a heteronomia não nega a singularidade, mas a reconhece dentro de um horizonte relacional responsivo.</p> 2021-12-21T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 DAVI C. RIBEIRO LIN, ANTHONY DUPONT https://ojs.letras.up.pt/index.php/civaug/article/view/11241 A questão da escravatura em Luís de Molina 2022-01-18T14:59:21+00:00 João Rebalde mjgomes@letras.up.pt <p><span lang="PT">Na obra <em>De iustitia et iure</em> Luís de Molina distingue entre diferentes sentidos de servidão e considera lícita a escravatura desde que praticada no âmbito de determinadas condições. Este artigo estuda a posição de Molina, mostrando que a definição precisa das condições sob as quais é lícita a escravatura, permitem-lhe limitar o âmbito legal desta prática, denunciar as injustiças do comércio de escravos, reivindicar a regulação do poder político e eclesiástico e enquadrar um conjunto de direitos dos escravos.</span></p> <p><strong><span lang="PT">Palavras-chave:</span></strong><span lang="PT"> Luís de Molina, <em>De iustitia et iure</em>; escravatura; liberdade; direitos.</span></p> 2021-12-21T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 João Rebalde https://ojs.letras.up.pt/index.php/civaug/article/view/10780 A concepção da morte na filosofia cristã 2021-09-03T20:05:37+00:00 Roberto Marques Costa costaroberto7409@gmail.com <p>A reflexão do artigo é elaborada a partir do método crítico hipotético dedutivo. É uma pesquisa bibliográfica básica, estratégica, descritiva e qualitativa que tem como escopo analisar criticamente os resultados sobre a problemática da morte na perspectiva da filosofia existencialista cristã. A credibilidade do artigo se pauta na asserção de que a morte é, sem duvidas, um objeto de pesquisa de grande relevância para o conhecimento cientifico, porque ela é inerente e indissociável à existência humana. No existencialismo cristão, a morte é compreendida como o fim de tudo, mas o fim entendido como meta alcançada e início de uma nova vida. Como diz Leonardo Boff: “a morte é o lugar do verdadeiro nascimento do homem” visto que toda morte recorda um nascimento. A morte, portanto, não é a aniquilação e a redução do ser humano ao nada absoluto, mas a transformação de todo o seu ser. A fonte da pesquisa é secundária e fundamentada na ideia de pensadores que refletiram sobre a morte não do ponto vista filosófico-niilista, e sim que fizeram uma reflexão a partir da filosofia transcendental.</p> 2021-12-21T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2022 Roberto Marques Costa