Guarecer. Revista Eletrónica de Estudos Medievais https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua <p>Acolhendo investigação realizada sobre a <strong><em>escrita medieval</em></strong> em função de <strong>metodologias comparatistas </strong>amplas, capazes de ultrapassar barreiras linguísticas, de género ou qualquer outra restrição formal, e também de uma <strong>abordagem filológica </strong>e de <strong>crítica textual</strong>, <em>Guarecer. Revista Electrónica de Estudos Medievais</em>, propõe-se divulgar ensaios e contributos de investigação recentes que se situem dentro das linhas assim definidas. </p> pt-PT guareceronline@gmail.com (José Carlos Ribeiro Miranda) guareceronline@gmail.com (Guarecer. Revista Eletrónica de Estudos Medievais) Mon, 29 Sep 2025 09:00:14 +0000 OJS 3.3.0.13 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Nota Editorial https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15613 <p><strong>DOI:</strong> https://doi.org/10.21747/21839301/gua8ed</p> Ana Sofia Laranjinha Direitos de Autor (c) 2025 Guarecer. Revista Eletrónica de Estudos Medievais https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15613 Mon, 29 Sep 2025 00:00:00 +0000 Linaje y familia en la Materia de Bretaña: El caso de los Brun https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15614 <p>El hecho de que en el <em>Guiron le courtois</em> y en otras obras del ciclo aparezca un linaje nuevo no resulta sorprendente, pues surge en el mismo ambiente en el que se han enfrentado distintos grupos familiares de la corte del rey Arturo, debido a agravios y consiguientes venganzas. Guirón y su linaje son caballeros ajenos a las rencillas que acabaron con el esplendor del reino del hijo de Uterpandragón; están limpios de cualquier sospecha. En el ciclo de <em>Guiron le courtois</em> (<em>Roman de Guiron, Compilation de Rustichello, Continuazione</em>) y textos próximos, como <em>Les aventures des Bruns</em> y<em> Tristán de Leonís</em> (1501), Guirón se asocia al linaje de los Bruno, aunque no siempre quedan claras las relaciones familiares o linajísticas, aspecto que se analiza en este artículo.</p> <p> </p> <p><strong>DOI:</strong> https://doi.org/10.21747/21839301/gua8a1</p> Karla Xiomara Luna Mariscal, Carlos Alvar Direitos de Autor (c) 2025 Guarecer. Revista Eletrónica de Estudos Medievais https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15614 Mon, 29 Sep 2025 00:00:00 +0000 Boores el desterrado, el caballero que volvió de Sarraz, en la literatura artúrica castellana https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15615 <p>Sin duda, uno de los caballeros más relevantes del mundo artúrico es Boores el Desterrado, debido a sus hazañas y a ser uno de los miembros de lo que puede denominarse “la tríada del Santo Grial”. Sin embargo, pese a su importancia y prestigio, ha quedado ensombrecido por las imponentes figuras de Lanzarote del Lago, su primo, y de Galaz, el hijo de éste, con quienes comparte aventuras y hechos de armas.El propósito del presente trabajo es reconstruir la “biografía” de este personaje para tratar de comprender qué imagen se pudo tener de él en la Castilla bajomedieval y del primer tercio del siglo XVI, y cómo pudo ser interpretado.</p> <p> </p> <p><strong>DOI:</strong> https://doi.org/10.21747/21839301/gua8a2</p> Antonio Contreras Martín Direitos de Autor (c) 2025 Guarecer. Revista Eletrónica de Estudos Medievais https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15615 Mon, 29 Sep 2025 00:00:00 +0000 A pré-história arturiana no Libro de las Buenas Andanças e Fortunas de Lope García de Salazar: estratégias de legitimação https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15616 <p>Lope García de Salazar inicia o Livro XI do seu <em>Libro de las Buenas Andanças e Fortunas</em>, que dedica à história da Grã-Bretanha, com uma narrativa fundacional bem conhecida: a história de Brutos, neto de Eneias, que deixa a Itália para ir repovoar Troia, mas é levado por ventos contrários até à ilha de Albion, onde funda um novo reino e inicia uma linhagem. Embora possa ter conhecido outras fontes para esta narrativa, nesta secção da sua obra Salazar opta por seguir, quase sempre fielmente, as <em>Sumas de Historia Troyana</em> de Leomarte. Assim, as suas estratégias de reescrita revelam-se nos pequenos desvios em relação a esta matriz – pequenos desvios que visam legitimar o mais ilustre antepassado do rei Artur.</p> <p> </p> <p><strong>DOI:</strong> https://doi.org/10.21747/21839301/gua8a3</p> Ana Sofia Laranjinha Direitos de Autor (c) 2025 Guarecer. Revista Eletrónica de Estudos Medievais https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15616 Mon, 29 Sep 2025 00:00:00 +0000 The legacy of Excalibur: neomedievalism and the resemiotization of the legend in film and television https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15617 <p>First mentioned in Geoffrey of Monmouth's <em>History of the Kings of Britain</em>, the legend of the sword Excalibur has been in continuous use by writers, including Robert de Boron and Sir Thomas Malory. Its fabled power of slicing through steel has been reimagined in various contemporary works, particularly in film and television, aiming to evoke in modern audiences the same awe that medieval readers once felt. Excalibur, the famous sword forged on the mythical island of Avalon, with supernatural qualities vested in it, has been given new meanings in various retellings such as the TV series <em>Once Upon a Time</em> (2011) and films like <em>Transformers: The Last Knight</em> (2017) and <em>Hellboy</em> (2019), where its magical qualities have grown. This reflects the changes that its mythological roots and nature have undergone with time. These new sets of retellings interact with the source myth by adding fresh ingredients to secure its continued relevance in contemporary popular culture and by mirroring influences of neomedievalism.</p> <p> </p> <p><strong>DOI:</strong> https://doi.org/10.21747/21839301/gua8a4</p> Vicente Javier López Mate Direitos de Autor (c) 2025 Guarecer. Revista Eletrónica de Estudos Medievais https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15617 Mon, 29 Sep 2025 00:00:00 +0000 As Awntyrs off Arthure: do romance arturiano ao Contemptus Mundi https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15618 <p>As <em>Awntyrs off Arthure</em> continuam a ser objeto de desconhecimento em ambiente Ibérico; de igual modo, também muita da matéria inglesa carece de estudo aprofundado quando comparada com a matéria francesa, mais divulgada. O objetivo deste artigo parte não só do desejo de divulgação destas fontes, mas também da necessidade de demonstrar a penetração, no mundo arturiano, de linguagens que lhe são estranhas, como o <em>contemptus mundi</em>. A este nível, o poema das<em> Awntyrs off Arthure</em> é um texto sem paralelo, revelando-se conhecedor das várias versões da «Morte de Artur» inglesa. Além disso, utiliza temas mais característicos da literatura moral e estrutura o poema sob a forma de “díptico”, no confronto da primeira metade com a segunda. Aquilo que procuramos demonstrar é que a presença do<em> contemptus mundi</em> neste poema recontextualiza e oferece uma forma de ler, não só este poema, mas também a matéria anexa. Ao colocar Artur no lugar de pecador avarento, o poema não apenas oferece uma explicação moral para o destino do mundo arturiano como também reconstrói os eventos narrativos à luz de uma moralidade mais severa com uma finalidade de intervenção política e moral.</p> <p> </p> <p><strong>DOI:</strong> https://doi.org/10.21747/21839301/gua8a5</p> João Pedro Fernandes Melo Direitos de Autor (c) 2025 Guarecer. Revista Eletrónica de Estudos Medievais https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15618 Mon, 29 Sep 2025 00:00:00 +0000 Escatologia e heterodoxia nos romances do Graal: alguns apontamentos https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15619 <p>Embora todos os romances do Graal, desde Chrétien de Troyes até às várias formas do ciclo em prosa, contenham narrativas cuja ressonância espiritualizante é evidente, sempre foi difícil argumentar que possuíam um conteúdo heterodoxo, provavelmente até porque a ideia de ortodoxia cristã aplicável aos séculos XI e XIII não é tão definida como virá a ser em épocas históricas mais recentes. Nos séculos terminais da Idade Média, a variabilidade do pensamento religioso era grande e, no seu seio, avultava a dimensão escatológica e a noção global de tempo humano, em cujo contexto vale a pena revisitar esses romances, contrapondo, de novo, o <em>Livro de Galaaz</em> («<em>Demanda do Santo Graal</em>») e a francesa <em>Queste del Saint Graal.</em></p> <p> </p> <p><strong>DOI:</strong> https://doi.org/10.21747/21839301/gua8a6</p> José Carlos Ribeiro Miranda Direitos de Autor (c) 2025 Guarecer. Revista Eletrónica de Estudos Medievais https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15619 Mon, 29 Sep 2025 00:00:00 +0000 Trayectos lejanos del caveleiro Tristán y de su dama Isolda: las interpretactiones contemporáneas de Agustín Yáñez y Álvaro Cunqueiro https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15620 <p>En 1943, el escritor mexicano Agustín Yáñez (1904-1980) publicó un cuento titulado: «Isolda o la muerte», donde se deconstruye, reescribe e indigeniza la leyenda de Tristán e Isolda en un contexto mestizo mexicano del presente. Años después su coetáneo Álvaro Cunqueiro (1911-1981), gallego universal y enamorado incomparable de la materia de Bretaña, ofreció a los lectores su cuento «Tristán García», primero en lengua gallega, luego autotraducido al español, el cual es toda una reinterpretación contemporánea del mito trufada de la melancolía y del sentido del humor típicamente galaicos. El resultado, en ambos casos, es la propuesta de dos nuevas parejas de enamorados, más o menos trágicos, pero adaptados y actualizados a las nuevas realidades sociales, literarias y geográficas de los tiempos modernos. «El mito nunca muere» es la afirmación que pretendemos corroborar con este estudio contrastado de ambos cuentos de originalidad irrepetible.</p> <p> </p> <p><strong>DOI:</strong> https://doi.org/10.21747/21839301/gua8a7</p> Juan Miguel Zarandona Direitos de Autor (c) 2025 Guarecer. Revista Eletrónica de Estudos Medievais https://ojs.letras.up.pt/index.php/gua/article/view/15620 Mon, 29 Sep 2025 00:00:00 +0000