https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/issue/feed História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto 2021-09-03T13:48:08+00:00 Inês Amorim iamorim@letras.up.pt Open Journal Systems <p>A <strong>Revista da Faculdade de Letras do Porto - História</strong> foi fundada em 1970 e é editada com periodicidade anual desde 1984. A Revista iniciou em 2011 uma nova série editorial, a IV, adaptando a sua designação original (História – Revista da FLUP) e prosseguindo, em novos moldes, a sua missão de apoio à inovação e divulgação científica em matéria de estudos historiográficos. Em 2017, deu-se início à publicação da <strong>História - Revista da FLUP </strong>com periodicidade semestral e exclusivamente em formato online. </p> https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10371 A festa religiosa de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa ao tempo de D. João II, duque de Bragança (1630-1640) 2021-02-10T21:45:14+00:00 Francisco José Pegacha Pardal francisco.pardal@campus.ul.pt <p><strong>Resumo:</strong> A devoção à Imaculada Conceição em Vila Viçosa remonta à Idade Média. Com o estabelecimento da Casa de Bragança na localidade, a mesma foi muito estimada pela família ducal. A festa, organizada pela Confraria de Nossa Senhora da Conceição, tinha o momento alto na procissão, que contava com a participação do povo e das elites, nomeadamente o duque D. João II e seus familiares.</p><p><strong>Palavras chave:</strong> Imaculada Conceição. Festa Religiosa. Vila Viçosa. Casa de Bragança. Idade Moderna.</p><p><strong>Abstract:</strong> The devotion to the Immaculate Conception in Vila Viçosa reassembles to the Middle Age. With the establishment of House of Braganza in the locality, was extremely estimated by the ducal family. The party, organized by the Brotherhood of Our Lady of Conception, had a hight moment in the procession, which had not only the participation of the commonwealth and the elites, but also the participation of the duke John II and his family.</p><p><strong>Key words:</strong> Immaculate Conception. Religious Party. Vila Viçosa. House of Braganza. Modern Age.</p><p><strong>Résumé:</strong> La dévotion à l’Immaculée Conception à Vila Viçosa remonte au Moyen Âge. Avec l’établissement de la Maison de Bragance dans la localité, il a été grandement estimé par la famille ducale. La fête, organisé par la Confrérie Notre-Dame de la Conception, a eu le grand moment dans la procession, qui a eu la participation du peuple et des élites, à savoir le duc Jean II et sa famille.</p><p><strong>Mots-clés:</strong> Immaculée Conception. Fête Religieuse. Vila Viçosa. Maison de Bragance. Époque Moderne.</p><p><strong>Resumen:</strong> La devoción a la Inmaculada Concepción en Vila Viçosa se remonta a la Edad Media. Con el establecimiento de la Casa de Braganza en la localidad, fue muy apreciada por la familia ducal. La fiesta, organizada por la Confradía de Nuestra Señora de la Concepción, tuvo el momento alto en la procesión, que contó con la participación del pueblo y las élites, a saber, el duque Juan II e sus familiares.</p><p><strong>Palabras clave:</strong> Inmaculada Concepción. Fiesta Religiosa. Vila Viçoca. Casa de Braganza. Edad Moderna.</p> 2021-07-15T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10612 Cristãs-novas condenadas pelo Tribunal do Santo Ofício de Lisboa (século XVII) 2021-07-12T11:01:47+00:00 Indira Leão indiravicenteleao@gmail.com <p>Este estudo centra-se nos processos inquisitoriais de dez cristãs-novas condenadas pelo Tribunal do Santo Ofício de Lisboa entre 1662 e 1694. A análise deste <em>corpus </em>documental é essencial para compreender o posicionamento da Inquisição nestes casos, revelando as práticas criptojudaicas que levariam as cristãs-novas a serem condenadas. Ademais, os processos evidenciam estratégias de resistência e proteção pessoal e comunitária face ao Tribunal. Serão, igualmente, considerados neste quadro de análise aspetos mais individuais relacionados com cada uma das rés, relativamente à sua riqueza (patente nos inventários de bens) e crenças religiosas.</p> <p>&nbsp;</p> 2021-07-12T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10613 Emigração e rede familiar. Os Mello e Souza - de Abragão ao Brasil oitocentista 2021-07-12T11:18:44+00:00 Jorge Fernandes Alves jorge.f.alves@gmail.com Maria José Moutinho Santos mjsantos@letras.up.p <p>O texto parte do conceito de rede familiar para enquadrar o movimento migratório e a instalação de uma parte masculina de uma família numerosa de Abragão, Penafiel, no Brasil, na sequência da migração anterior de um ramo cognato. Nos meados do século XIX encontramos vários elementos da família Mello e Sousa estabelecidos no comércio do Rio de Janeiro, com ligações estreitas numa fase inicial e percursos posteriores autónomos. Procuramos seguir o lastro destes emigrantes, sinalizando apoios familiares e transações comerciais nos percursos mais relevantes.</p> 2021-07-12T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10609 As eleições legislativas de 1921 no Alentejo 2021-07-12T10:50:36+00:00 Manuel Baiôa manuelbaioa@hotmail.com <p>O presente estudo incide sobre as eleições legislativas de 1921 ocorridas nos seis círculos eleitorais do Alentejo. Aborda os tópicos referentes à contextualização política, à escolha dos candidatos a deputados, a campanha eleitoral, o clientelismo, os acordos e as fraudes eleitorais. Apresenta ainda uma revisão dos resultados eleitorais do Alentejo, demarcando-se dos números seguidos pela historiografia portuguesa.</p> 2021-07-12T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10611 Participação social e política estudantil no Porto (1969-1974). Um olhar a partir da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto 2021-07-12T11:00:34+00:00 Maria João Antunes mariantunes.joao@gmail.com Maria Teresa Medina tmedina@fpce.up.pt João Caramelo caramelo@fpce.up.pt <p>O movimento estudantil foi um elemento central na resistência à mais longa ditadura da Europa no século XX, e teve expressão em todas as academias, incluindo a do Porto. O presente trabalho procura reconstruir a ação, ainda que parcialmente, dos estudantes da Faculdade de Medicina do Porto, no período entre 1969 e 1974. Para tal recorre-se à análise de documentos escritos, produzidos pelas estruturas estudantis de Medicina. Verifica-se uma grande intensidade na atividade do movimento estudantil no período em estudo, com o desenvolvimento de grandes lutas por questões pedagógicas, relacionadas com o ensino e articuladas com a luta mais geral contra a repressão e a ditadura.</p> 2021-07-12T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/8766 O livro antigo na biblioteca do Museu de Etnografia e História do Douro-Litoral 2021-01-11T01:45:44+00:00 Jorge António Araújo jorgemontanhaa@sapo.pt <p><strong>Resumo: </strong>No âmbito de dois estágios que realizámos na Direção Regional de Cultura do Norte, um em 2012/2013 e outro em 2017, tivemos a oportunidade de lidar de perto com os exemplares de livro antigo que constituem parte da biblioteca do extinto Museu de Etnografia e História do Douro-Litoral, e que atualmente se encontra no Palacete do Visconde de Vilar de Allen. A partir de um levantamento que à época desenvolvemos, pretendemos dar a conhecer a existência desse património bibliográfico e abrir a discussão quanto à análise de algumas das suas características, tentando perceber a sua inserção e relação com o museu que o albergava.<strong></strong></p><p><strong>Palavras-chave: </strong>Livro Antigo; Biblioteca do Museu de Etnografia e História do Douro-Litoral; Direção Regional de Cultura do Norte; Casa de Allen.</p><p> </p><p><strong>The ancient book in the library of the Museum of Ethnography and History of Douro-Litoral</strong></p><p><strong>Abstract : </strong>As part of two internships that we carried out at the Northern Regional Directorate of Culture (Portugal), one in 2012/2013 and the other in 2017, we had the opportunity to deal closely with the set of ancient book that forms part of the library of the extinct Museum of Ethnography and History of Douro-Litoral, which is currently in “Casa Allen” (Porto). Based on a record that we developed at the time, we intend to disclose the existence of this bibliographic heritage and open the discussion regarding the analysis of some of its characteristics, trying to understand its insertion and relationship with the museum that housed it.<strong></strong></p><p><strong>Keywords: </strong>Ancient Book; Library of the Museum of Ethnography and History of Douro-Litoral; Northern Regional Directorate of Culture; Casa Allen (Porto).</p><p> </p><p><strong>Le livre ancien dans la bibliothèque du Musée d’Ethnographie et d’Histoire du Douro-Litoral</strong></p><p><strong>Résumé: </strong>Dans le cadre de deux stages que nous avons réalisés à la Direction Régionale de la Culture du Nord (en 2012/2013 et en 2017), nous avons eu l’occasion de traiter de près l’ensemble du livre ancien qui fait partie de la bibliothèque du défunt Musée d’Ethnographie et d’Histoire du Douro-Litoral, et qui se trouve actuellement dans la «Casa Allen», à Porto. A partir d’un registre que nous avons développé à l’époque, nous prétendons faire connaître l’existence de ce patrimoine bibliographique et ouvrir la discussion sur l’analyse de certaines de ses caractéristiques, en essayant de comprendre son insertion et sa relation avec le musée qui l’a abrité.</p><p><strong>Mots-clés: </strong>Livre Ancien; Bibliothèque du Musée d’Ethnographie et d’Histoire du Douro-Litoral; Direction Régionale de la Culture du Nord; Casa Allen (Porto).</p><p> </p><p><strong>El libro antiguo en la biblioteca del Museo de Etnografía e Historia del Duero-Litoral </strong></p><p><strong>Resumen: </strong>Como parte de dos prácticas que realizamos en la Dirección Regional de Cultura del Norte (Portugal), una en 2012/2013 y la otra en 2017, tuvimos la oportunidad de tratar de cerca los ejemplares de libro antiguo que pertenecen a la biblioteca del extinto Museo de Etnografía e Historia del Duero-Litoral, que actualmente se encuentra en la “Casa Allen” (Porto). A partir de un registro que desarrollamos a la época, pretendemos dar a conocer la existencia de este patrimonio bibliográfico y abrir la discusión en torno al análisis de algunas de sus características, tratando de comprender su inserción y la relación con el museo que lo albergaba. <strong></strong></p><p><strong>Palabras clave: </strong>Libro Antiguo; Biblioteca del Museo de Etnografía e Historia del Duero-Litoral; Dirección Regional de Cultura del Norte; Casa Allen (Porto).</p> 2021-07-27T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10778 Volume completo 2021-09-03T13:48:08+00:00 Comissão Editorial iamorim@letras.up.pt <p>.</p> 2021-09-03T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10621 Sumário 2021-07-12T12:38:02+00:00 Comissão Editorial iamorim@letras.up.pt 2021-07-13T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10619 Normas editoriais 2021-07-12T11:44:07+00:00 Comissão Editorial iamorim@letras.up.pt 2021-07-12T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10616 Apresentação 2021-07-12T11:35:19+00:00 Comissão Editorial iamorim@letras.up.pt 2021-07-12T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10558 MATHEW, K. S. (2017), Shipbuilding, Navigation and the Portuguese in Pre-Modern India, New Delhi, Manobar. ISBN 978-93-5098-157-3, 222p. 2021-06-28T08:38:46+00:00 Liliana Oliveira lilianacmagoliveira@gmail.com <p>--</p> 2021-07-12T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10615 MEA, Elvira Cunha de Azevedo (2020), O Porto Judaico. Encruzilhadas de Vidas nos Caminhos da História, Rio Tinto, Evolua. ISBN 978-989-8088-24-6, 363 pp. 2021-07-12T11:24:18+00:00 Maria João Oliveira e Silva mjpinho@letras.up.pt <p>...</p> 2021-07-12T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10559 CECCARELLI, Giovanni, Risky Markets. Marine Insurance in Renaissance Florence (2021), Leiden, Brill. ISBN 978-90-04-39912-9, xvi+363 pp. 2021-06-29T08:19:56+00:00 Flávio Miranda fmiranda@letras.up.pt <p>De que forma é que mercadores e negociantes transformaram a incerteza num risco calculado, dando origem a um vibrante mercado de seguros marítimos na Florença renascentista? Esta é uma das questões centrais que Giovanni Ceccarelli explora no seu livro <em>Risky Markets. Marine Insurance in Renaissance Florence</em>, que foi publicado na sua tradução inglesa pela Brill, em 2021 (a versão original, em italiano, é de 2012). Uma das suas principais conclusões é que a estrutura organizativa do mercado de seguros florentino emergiu pela iniciativa privada de um pequeno grupo de indivíduos que, com base nas suas relações de confiança e códigos de conduta comuns, garantiu o funcionamento de um sistema de proteção da atividade mercantil, que se manteve fora de enquadramentos institucionais. Ceccarelli argumenta que existiu uma “intervenção normativa mínima” no mercado florentino, por ser assente em relações diretas entre segurador e subscritor, oposta aos contratos celebrados perante um notário, que requeriam uma “intervenção normativa significativa”. Embora inserido no grande esquema da <em>New Institutional Economics</em>, este livro desafia os debates em curso ao identificar o que poderá ser uma “evidente contradição entre os académicos que insistem na ligação entre instituições e funcionamento de mercado”. Sugere, então, que até ao início da época moderna é “inapropriado” considerar-se “a lei” como o único mecanismo através do qual as instituições regulavam a economia (p. 15).</p> 2021-07-13T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10614 O Porto e a sua região, séculos XI-XVI 2021-07-12T11:25:47+00:00 Luís Miguel Duarte lduarte@letras.up.pt Luís Carlos Amaral lcamaral@letras.up.pt <p>Este <em>dossier</em> temático que a “História. Revista da Faculdade de Letras” entendeu consagrar a um Porto medieval (e seu termo) que vai do século X a meados/finais do XVI pretende-se um pequeno contributo para agitar um pouco as águas quase estagnadas da história da cidade.</p> 2021-07-12T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10606 Un contributo sullo studio dei castelli cabeça de terra (XI-XIII secolo). Il caso del castello della terra de Refojos 2021-07-12T10:23:39+00:00 Andrea Mariani andrea.mariani@museobiassono.it <p>Neste contributo será examinado o caso do castelo <em>cabeça de terra</em> de Refojos, sobre o qual há pouquíssimos documentos escritos, datados entre os séculos XI e XIII e evidências materiais lábeis e incertas. Devido à escassez de fontes proceder-se-á a uma análise comparativa baseada nos catelos<em> cabeça de terra</em> fornecidos de maior documentação, demonstrando como a abordagem multidisciplinar e comparativa pode ser uma metodologia oportuna para o estudo e para a compreensão dos elementos defensivos medievais.</p> 2021-07-12T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10608 Os forais medievais do burgo velho do Porto. Rutura ou continuidade? 2021-07-12T10:49:04+00:00 Paulo Jorge Sousa Costa paulojorge.sousacosta@gmail.com <p>Os forais medievais de Gaia e de Vila Nova, respetivamente de 1255 e de 1288, foram atribuídos à mesma localidade, o “Burgo Velho do Porto”. Estes forais são os únicos de origem régia atribuídos a um vasto território situado entre o rio Ave, a norte, e o rio Mondego, a sul. Um território profusamente povoado e “senhorializado”. A pertinência da análise destes dois atos é perceber em que contexto político eles foram realizados. Que objetivo tiveram D. Afonso III e D. Dinis quando os concederam? Será que são dois documentos complementares e sucedâneos um do outro ou atos fundacionais distintos? Que poderes se confrontavam nesse território que levaram aqueles dois monarcas a intervir? A nossa análise não é sobre a organização política local ou a caracterização socioeconómica da comunidade. Mas observar qual o impacto que estes contratos tiveram como instrumento da política de afirmação régia no mundo medieval.</p> 2021-07-12T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10610 Cavaleiros e Escudeiros no Porto de inícios do século XV 2021-07-12T11:01:17+00:00 Marco Alexandre Ribeiro marcoribeiro107@gmail.com <p>Este trabalho procura entender a verificável presença de “cavaleiros” e “escudeiros” nas sessões camarárias do Porto nos finais do século XIV e inícios do século XV, recorrendo aos livros de Atas de Vereação do período em análise, mas também através do cruzamento com outras fontes documentais. Pretendemos compreender de que forma conviveu esta realidade com o privilégio que a cidade há muito guardava e pelo qual permanentemente lutou durante séculos, pelo menos até ao reinado de D. Manuel I, que impedia a residência e/ou permanência de fidalgos no espaço interior dos muros do Porto.</p> 2021-07-12T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10607 O Porto visto pelo Doutor João de Barros em meados do século XVI 2021-07-12T10:31:11+00:00 Joana Lencart jlencart@letras.up.pt <p>Em meados do século XVI, o Doutor João de Barros redigiu uma obra intitulada <em>Geographia d’Entre Douro e Minho e Tras-os-Montes</em> que constituiu um importante relato geográfico e corográfico dessas regiões, com interessantes pormenores que incluem não só descrições urbanísticas e arquitetónicas, como também elementos relativos às atividades económicas; às relações sociais, às devoções e às lendas, entre muitos outros. A cidade do Porto destaca-se pelo detalhe da descrição nesta obra do Doutor João de Barros, reeditada em 2019 pela Câmara Municipal do Porto. A análise de outras fontes da época e de estudos historiográficos recentes irá esclarecer-nos acerca do rigor histórico do relato do jurista quinhentista.</p> 2021-07-12T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10620 Ficha Técnica 2021-07-12T11:46:48+00:00 Comissão Editorial iamorim@letras.up.pt 2021-07-26T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/10618 Notas biográficas dos autores 2021-07-12T11:41:33+00:00 Comissão Editorial iamorim@letras.up.pt <p>--</p> 2021-07-12T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2021 História: revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto