Mediaevalia. Textos e estudos https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia <p><em>Mediaevalia. Textos e estudos </em>foi fundada em 1992 e é publicada pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto<img src="http://flup008/index.php/index/admin/contexts//ojs/public/site/images/root/Doc1.png" alt="" align="left" /></p> pt-PT mediaevalia@letras.up.pt (José Meirinhos) mediaevalia@letras.up.pt (Mediaevalia. Textos e estudos) Fri, 16 Jul 2021 16:30:21 +0000 OJS 3.3.0.3 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Página de Rosto e Índice https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10649 <p>.</p> I F Direitos de Autor (c) 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10649 Fri, 16 Jul 2021 00:00:00 +0000 Introdução https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10634 <p>.</p> <p><a href="http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37apr">http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37apr</a></p> Fátima Évora, Márcio Damin Custódio Direitos de Autor (c) 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10634 Fri, 16 Jul 2021 00:00:00 +0000 A Meteorológica: elementos e inserção no corpus aristotelicum https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10635 <p>Neste artigo, busco apresentar, em linhas gerais, os fundamentos teóricos e a inserção da <em>Meteorológica</em> em meio ao <em>corpus Aristotelicum. </em>Para que se cumpra esse fim, inicialmente exponho os argumentos acerca de uma possível datação do texto para, a seguir, problematizar sua relação com os outros tratados. Busco, assim, fornecer subsídio à discussão acerca da estrutura teórica do texto, com foco na teoria das exalações, e na rotação das regiões do fogo e do ar, respectivamente causas material e eficiente, dos fenômenos meteorológicos. Em cada pontuo as dificuldades que se seguem de tais teorias.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> meteorologia antiga; exalações; esfera de fogo.</p> <p><strong>Autor antigos e medievais:</strong> Aristóteles.</p> <p> </p> <p><a href="http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a1">http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a1</a></p> Thiago Rosales Marques Direitos de Autor (c) 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10635 Fri, 16 Jul 2021 00:00:00 +0000 Aristotelismo político necessário https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10637 <p>Este texto busca apresentar o quadro intelectual no qual emerge a tradução latina da Política de Aristóteles realizada por Guilherme de Moerbeke em 1265 e avaliar, em certa medida, sua primeira repercussão na classificação das scientia practica no contexto universitário do século XIII latino. Não se trata de fazer um estudo exaustivo da recepção da Política e nem esmiuçar as condições intelectuais, particularmente universitárias, do mundo medieval latino anterior à tradução da Política, mas entender a condições de assimilação do texto político aristotélico no quadro de compreensão das ciências práticas.</p> <p><strong>Palavras chaves:</strong> Política; Ciências Práticas.</p> <p><strong>Autores antigos e medievais:</strong> Aristóteles; Guilherme de Moerbeke; Agostinho de Hipona; Boécio; Cassiodoro; Alberto Magno.</p> <p> </p> <p><a href="http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a2">http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a2</a></p> José Antônio Martins Direitos de Autor (c) 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10637 Fri, 16 Jul 2021 00:00:00 +0000 Demonstrabilidade das categorias: as viae divisivae e a crítica às mesmas https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10639 <p>Desde cedo que a lista aristotélica das dez categorias foi olhada com desconfiança. Não se discutia apenas o âmbito de aplicação da lista - expressões, conceitos, realidades -, mas também a sua presumível arbitrariedade. Uma das tentativas de dar conta da completude e da suficiência das categorias aristotélicas foi retirada, também ela, de Aristóteles (nos Tópicos): uma via divisiva que, num esquema arbóreo, vá cobrindo todas as possibilidades. Pelo menos a partir de Porfírio, vários autores fizeram o mesmo para as dez categorias. Com este trabalho, pretende-se expor algumas das vias divisivas criadas por autores do século XIII, a saber, Roberto Kilwardby, Alberto Magno e Tomás de Aquino. Num segundo momento, dá-se conta de uma crítica a este tipo de tentativa de justificação, a qual marca, de certa maneira, um declínio nestas tentativas. Trata-se da crítica de Duns Escoto, o qual considera que as vias divisivas provam o contrário daquilo que é proposto.</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>Categorias; <em>sufficientia praedicamentorum</em>.</p> <p><strong>Autores antigos e medievais: </strong>Aristóteles; Roberto Kilwardby; Alberto Magno; Duns Escoto; Tomás de Aquino.</p> <p> </p> <p><a href="http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a3">http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a3</a></p> Mário João Correia Direitos de Autor (c) 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10639 Fri, 16 Jul 2021 00:00:00 +0000 Os sentidos internos e o intelecto na Sentencia cum Questionibus in libros De anima I-II Aristotelis atribuída a Pedro Hispano https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10640 <p>Este estudo tem como objetivo apresentar os sentidos internos e o intelecto presentes na teoria da abstração de Pedro Hispano presente na <em>Sentencia cum questionibus in libros De anima I-II Aristotelis</em> e as suas funções destes elementos na teoria da abstração, determinando o papel e as características das diversas faculdades cognitivas assim como os sentidos internos, o intelecto possível e o intelecto agente.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> abstração; sentidos internos; intelecto.</p> <p><strong>Autores antigos e medievais:</strong> Aristóteles; Pedro Hispano.</p> <p> </p> <p><a href="http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a4">http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a4</a></p> Ana Patrícia Ferreira Direitos de Autor (c) 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10640 Fri, 16 Jul 2021 00:00:00 +0000 A causa sine qua non da cognição humana segundo Durandus de St Pourçain https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10641 <p>Este artigo tem por escopo analisar a noção de causa <em>sine qua non</em> no interior da teoria cognitiva de Durandus de St. Pourçain, no<em> Comentário às Sentenças de Pedro Lombardo</em> [A] e [C]. Além disso, pretende-se investigar sua crítica à noção de intelecto agente mediante sua concepção de intelecção. Para Durandus, quando o intelecto opera por meio de um ato cognitivo, nenhuma entidade absoluta é adicionada a ele. A cognição, ou pensamento, é tratada pelo autor como uma entidade relativa e não como algo que o intelecto possui, ou que é adicionado a ele de maneira real. As espécies sensíveis do objeto material, propagadas no meio, afetam os órgãos dos sentidos externos. Assim, a faculdade sensível nota as mudanças ocorridas no corpo e é capaz de produzir uma percepção sensível e a faculdade inteligível, por sua vez, pode produzir uma cognição a partir das mudanças que intuiu que ocorreram no corpo ao qual está associada. Deste modo, não há necessidade de afirmar que o ato cognitivo é resultado de um processo abstrativo. Sua teoria cognitiva culmina, portanto, na negação da existência de um intelecto agente com a função de abstrair.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> abstração; atualidade; conhecimento; intelecto agente; relação.</p> <p><strong>Autores antigos e medievais:</strong> Durandus de Sancto Porciano; Augustinus; Aristoteles Latinus.</p> <p> </p> <p><a href="http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a5">http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a5</a></p> Maria Clara Pereira e Silva Direitos de Autor (c) 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10641 Fri, 16 Jul 2021 00:00:00 +0000 Las estructuras arborescentes en la ciencia medieval: gradación y oposición argumentativa https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10642 <p>La tendencia medieval hacia la representación de contenidos textuales y conceptuales de manera esquemática, en matrices visuales que generan distintas formas de conceptualización y apreciación de la tradición filosófica, caracterizan un ejercicio que involucra una actividad perceptiva ligada a una representación conceptual en esquemas diagramáticos. Se muestran tres modelos de esquematización en la división de las ciencias, la clasificación de las virtudes y los vicios, y las aplicaciones prácticas de la geometría. Estos esquemas muestran relaciones de gradación, oposición y división de un conjunto de principios, lógicos o geométricos, que justifican un orden representativo que obedece parámetros visuales introducidos con el objetivo de mostrar una cierta concepción del orden y la progresión del conocimiento.</p> <p><strong>Palabras clave: </strong>arbor porphyriana; lógica; árbol de los vicios y las virtudes; artes liberales; división de las ciencias.</p> <p><strong>Autores antiguos y medievales:</strong> Aristóteles; Boecio; Tomas de Aquino; Adalbod de Utrecht; Pseudo-Augustinus; Teodulfo de Orleans; Alcuino de York; Michel Scotus; Conrad de Hirsau; Ramon Llull; Roberto Grosseteste.</p> <p> </p> <p><a href="http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a6">http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a6</a></p> José Higuera Rubio Direitos de Autor (c) 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10642 Fri, 16 Jul 2021 00:00:00 +0000 La conclusio pulchra, mirabilis et bona: una ingeniosa demostración atribuible a Nicole Oresme https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10643 <p>Probablemente no exista otro concepto que haya ocupado tanto las mentes de filósofos y científicos como el concepto de infinito. La filosofía tardo-medieval no es una excepción. Especialmente dentro del contexto de la llamada tradición de los calculatores, surgió un nuevo enfoque que priorizaba el análisis de problemas físicos, matemáticos y lógicos sobre la determinación de la esencia del infinito y su definición. Desde el siglo XIV en adelante, no era inusual en este contexto discutir en detalle algunos casos especiales de movimientos que incluían un aumento al infinito de los "grados de velocidad".</p> <p>Este artículo se concentra en un caso particular, la "conclusio mirabilis", una demostración a la que Oresme podría haberse referido en el tratado De configurationibus como una prueba "más sutil y más difícil". Mientras que este breve texto ha sido analizado hasta ahora según un único manuscrito, la presente contribución involucra un estudio de un conglomerado de textos compuesto por al menos siete manuscritos que de alguna manera están mutuamente conectados. Se argumenta que una atribución de esta demostración a Oresme es, con la debida precaución, posible, incluso si todavía se necesita más investigación para determinar la forma original del texto. Además, este artículo incluye una breve referencia a dos autores importantes posteriores, Biagio Pelacani da Parma y Jacques Almain, cuya recepción de la conclusio mirabilis permaneció inadvertida en la investigación hasta ahora.</p> <p><strong>Palabras clave:</strong> Ciencia medieval; Física; Matemáticas; Aritmética; Geometría; Lógica; Demostración; Prueba; Consecuencias; Series Infinitas; Infinito; Continuidad; Movimiento; Velocidad; Aceleración; Intensificación de las formas; Latitud; Uniformidad/disformidad; Sophismata.</p> <p><strong>Autores antiguos y medievales:</strong> Walter Burley; Thomas Bradwardine; Richard Swineshead; William Heytesbury; Richard Kilvington; John Bode; Nicole Oresme; Biagio Pelacani da Parma; Jacques Almain; John Maior.</p> <p> </p> <p><a href="http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a7">http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a7</a></p> Daniel Di Liscia Direitos de Autor (c) 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10643 Fri, 16 Jul 2021 00:00:00 +0000 Os corpos celestiais no comentário conimbricense sobre o De caelo https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10644 <p>Discuto neste artigo algumas evidências da possível influência de Filopono de Alexandria sobre a autoria do <em>Comentário Conimbricense ao De caelo</em>. Examino o modo como as objeções de Filopono à idéia aristotélica de corpos celestes ingênitos e incorruptíveis são trabalhadas no comentário, considerando tanto as referências explícitas a Filopono quanto as implícitas. Esta discussão deverá contribuir para o estudo da recepção dos comentadores antigos na filosofia natural do Início da Idade Moderna.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Cosmologia antiga; Escolástica jesuíta.</p> <p><strong>Autores antigos e medievais:</strong> Aristóteles; Simplício; João Filopono; Tomás de Aquino, Conimbricenses.</p> <p> </p> <p><a href="http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a8">http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a8</a></p> Matheus Henrique Gomes Monteiro Direitos de Autor (c) 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10644 Fri, 16 Jul 2021 00:00:00 +0000 Discurso cartesiano sobre o arco-íris versus Tratado conimbricense acerca do arco celeste https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10645 <p>Neste artigo comparamos a exposição de dois célebres textos contemplados na história da filosofia que versam sobrem a explicação do fenômeno meteorológico do arco-íris. Os textos são o Tratado Quinto intitulado Do arco-íris ou arco celeste dos<em>Comentários</em> <em>Sobre o</em> <em>Meteorológicos</em>, publicado em 1593 pelos Mestres Jesuítas Conimbricenses e o Discurso VIII intitulado Sobre o arco-íris do <em>Meteoros</em> de Descartes, publicado em 1637. A pertinência da comparação entre as obras mencionadas é justificada por uma vasta tradição de comentários sobre as origens medievais da ciência cartesiana e pelo próprio Descartes declarar a iniciativa de comparar ambas perspectivas filosóficas. </p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Meteorologia; arco-íris.</p> <p><strong>Autores antigos e medievais:</strong> Conimbricenses; Descartes.</p> <p> </p> <p><a href="http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a9">http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a9</a></p> José Santos Ramos Direitos de Autor (c) 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10645 Fri, 16 Jul 2021 00:00:00 +0000 A teoria das distinções na filosofia de Descartes https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10646 <p>O objetivo do presente artigo é pensar a teoria das distinções na filosofia de Descartes, e, a partir dessa teoria, tecer considerações a temas ligados à metafísica cartesiana. Nessa medida, em seu primeiro momento, o artigo trata da diferença entre os procedimentos de exclusão e abstração, haja vista que se trata de uma diferença crucial para compreender a distinção real tal qual ela é pensada por Descartes. Na sequência a discussão se encaminha para a distinção real, momento no qual, além da definição e funcionamento da distinção real, é abordado o seu conflito com a união substancial. Em um terceiro momento, o artigo aborda a distinção modal e sua relação com a filosofia de Francisco Suárez. Por fim, adentra-se no tema da distinção de razão. Nesse momento, o artigo busca esclarecer dificuldades presentes na filosofia de Descartes e que concernem às relações entre distinção de razão, distinção formal, <em>distinctio rationis ratiocinantis </em>e <em>distinctio rationis ratiocinatae</em>.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Distinções.</p> <p><strong>Autores antigos e medievais</strong>: Francisco Suárez; Descartes.</p> <p> </p> <p><a href="http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a10">http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a10</a></p> Giorgio Gonçalves Ferreira Direitos de Autor (c) 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10646 Fri, 16 Jul 2021 00:00:00 +0000 O critério da verdade segundo Malebranche https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10647 <p>Junto com uma questão teológica, a Reforma protestante trouxe outra, epistemológica: a de qual seja o critério da verdade. Se a verdade é subjetiva, o espírito do fiel é o critério, e ele tem a liberdade para depreender o que lhe bem parecer da leitura da Bíblia; se é objetiva, há de haver um critério da verdade. No começo, os católicos abraçaram o ceticismo e negaram que a verdade pudesse ser conhecida. Por isso, o Pe. Malebranche ataca os céticos. Mas ataca também aristotélicos. Este artigo mostra como ele resolve o problema epistemológico através do ocasionalismo, e lança as bases do empirismo inglês. No ataque aos céticos, Malebranche repete o<em> Contra Academicos </em>e aposta na verdade da percepção da alma. Por outro lado, mostra que essas mesmas percepções não têm qualquer possibilidade de alcançar a verdade das coisas em si mesmas, e em vez disso servem apenas para revelar relações entre ideias (que podem ser empíricas). O conhecimento estaria em perceber essas relações, sem qualquer noção cartesiana de causalidade objetiva. Quanto às questões da fé, como não são empíricas, nem puramente abstratas, devem ser sujeitas à autoridade da tradição, sendo mais crível a autoridade temporalmente mais próxima da Revelação.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: História do Cepticismo; História da Epistemologia; Reforma Protestante; Cartesianismo.</p> <p><strong>Autores antigos e medievais</strong>: Malebranche.</p> <p> </p> <p><a href="http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a11">http://dx.doi.org/10.21747/21836884/med37a11</a></p> Bruna Frascolla Bloise Direitos de Autor (c) 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/10647 Fri, 16 Jul 2021 00:00:00 +0000