O Crasto de Palheiros em Trás-Os-Montes durante o 1º milénio a.c. como pretexto para refletir sobre as divisões cronológico-culturas tradicionais naquela região
Resumo
O artigo aborda a ocupação do Crasto de Palheiros (Murça, Portugal) durante o 1º milénio a.C.,
reavaliando as fases II (Bronze Final) e III (Idade do Ferro). Fundamentando-se principalmente
em datas de C14, análises estratigráfi cas e estudos ceramológicos, discute-se a ocupação do
Bronze Final neste povoado, o qual constitui o mote para reavaliar o povoamento de Trás-os-
-Montes “interior” no mesmo período cronológico-cultural (séc. XII a V a.C.). Merece destaque
nessa discussão, a comparação com o sítio Fraga dos Corvos, particularmente no que respeita
à problemática da transição Bronze Final/Idade do Ferro e, dentro desta, ao estabelecimento de
continuidades e mudanças na cultura material. Sublinham-se as dinâmicas culturais idiossincráticas
dentro de relações culturais amplas com o litoral peninsular e a Meseta.
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