“Sociedade do cansaço”, morfologias do trabalho e autoexploração

Um roteiro de leitura crítica

Autores

  • Carolina Jardim
  • Ana Paula Marques

Palavras-chave:

Trabalho; Sociedade do cansaço; Autoexploração consentida

Resumo

Partindo da obra de Byung-Chul Han, com particular destaque para A Sociedade do Cansaço (2014), este artigo explora a sua articulação com os processos de precarização e subjetivação das relações de trabalho no capitalismo neoliberal. Pretende-se, assim, reatualizar a discussão sobre o trabalho enquanto dimensão central da (re)produção social, num contexto em que o seu lugar e valor são crescentemente tensionados por dinâmicas de flexibilização laboral, precarização, uberização e usurpação de tarefas. Nesta leitura ensaística, estruturada a partir de eixos analíticos inspirados na tese de Han, sustenta-se um ideário do trabalho a favor da dignificação do trabalho e da vida.

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Publicado

2026-08-04

Como Citar

Jardim, C., & Marques, A. P. (2026). “Sociedade do cansaço”, morfologias do trabalho e autoexploração: Um roteiro de leitura crítica. Sociologia: Revista Da Faculdade De Letras Da Universidade Do Porto, 54. Obtido de https://ojs.letras.up.pt/index.php/Sociologia/article/view/16708