“Death Is a Mercy”: The American Monomyth of the Superhero in 2005’s The Punisher Video Game
Palavras-chave:
The Punisher, Transmedia, Jogos de tiro, Monomito Americano, Super-heróis.Resumo
Estreando em 1974, a criação da personagem The Punisher, da Marvel Comics, foi influenciada pela ficção de violência vigilante, como a série de livros O Carrasco, de Don Pendleton (publicada a partir de 1969). No início dos anos 2000, a popularidade da personagem ressurgiu, impulsionada pela série gráfica aclamada pela crítica, de Garth Ennis, Steve Dillon e outros colaboradores. Essa popularidade atingiu o seu auge em 2004 com o lançamento de The Punisher, filme realizado por Jonathan Hensleigh e interpretado por Thomas Jane. No ano seguinte, o lançamento de um videojogo homónimo pelo estúdio Volition, que viu Jane assumir o papel principal e Ennis creditado como coargumentista. Após uma nota breve sobre a criação da personagem e o seu primeiro momento de grande popularidade transmedia no final dos anos 1980 e início dos anos 1990, este artigo analisa os textos transmediáticos de The Punisher entre 2000 e 2005, culminando no videojogo Volition. Para tal, recorrer-se-á ao aparato conceptual desenvolvido por John Shelton Lawrence e Robert Jewett em The Myth of the American Superhero (2002), à variante vigilante urbana desse mito e à interação transmedia dos textos de The Punisher. Enquanto romances gráficos de Garth Ennis do início dos anos 2000 comentam o paradigma mítico de forma pós-moderna e até criticam os processos por meio dos quais ele opera, o filme de 2004 e o videojogo de 2005 parecem reforçá-lo.
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