The road to Marabar: The caves episode in E. M. Forster’s A Passage to India (1924)
Palavras-chave:
E. M. Forster (1879-1970), Passagem para a Índia, Grutas de Marabar, Literatura e psicanálise, Orientalismo.Resumo
Cerca de cem anos após a publicação do romance de E. M. Forster, A Passage to India (1924) e quarenta anos após a realização do filme epónimo de David Lean (1984), para além, intercalarmente (1960), da peça de Santha Rama Rau (1923-2009), este artigo centra-se no episódio da excursão às montanhas e grutas de Marabar e, especificamente, na “viagem” metafórica ou interior à mente de Adela, convidando a abordagens e leituras psicanalíticas. Na verdade, a relação coetânea entre as obras de E. M. Forster (1879-1970), Sigmund Freud (1856-1939) e C. G. Jung (1875-1961), integrada e lida no quadro mais vasto das relações epistemológicas entre literatura e psicanálise, não tem sido, a meu ver, suficientemente enfatizada e explorada.
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