AÇÕES DA CÂMARA TÉCNICA DE DOCUMENTOS AUDIOVISUAIS, ICONOGRÁFICOS E SONOROS - CTDAIS, PARA INSTITUCIONALI-ZAÇÃO DE DOCUMENTOS NÃO TEXTUAIS NO BRASIL

Autores

  • Luiz Antonio Santana da Silva Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
  • Telma Campanha de Carvalho Madio Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)

Resumo

Resumo: Uma das questões que têm causado inquietações no campo teórico da Arquivologia contemporânea são as novas formas de documentar, bem como tratamento adequado a esses documentos distintos dos tradicionais, no caso os imagéticos e sonoros, uma vez que esses documentos são desprovidos de linguagem textual. Assim, a formulação do conceito e a discussão de documentos imagéticos e sonoros dentro dos arquivos começaram em meados da década de 1960, resultando na primeira publicação na década de 1970, consolidando-se em 1980, com a publicação do manual de recomendações para imagens em movimento elaborado pela UNESCO em seu grupo de estudos RAMP. Desde então, o conceito vem sofrendo variações que têm propiciado diversas interpretações e, por conseguinte, inúmeras definições em direção a esses gêneros documentais. Em virtude disso, no cenário brasileiro, somente em 2010 tivemos um órgão voltado para questões arquivísticas envolvendo esses gêneros, a fim de estudar procedimentos adequados de organização arquivística.

Palavras-chave: Documentos imagéticos; Arquivologia; Documento de arquivo; Ciência da Informação

Biografia Autor

Luiz Antonio Santana da Silva, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)

Doutorando em Ciência da Informação

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Publicado

2016-07-25

Edição

Secção

Artigos