Memória e morte digitais – dilemas éticos e perspetivas do tempo em Ciência da Informação

Autores

  • Paula Ochôa CHAM - Centro de Humanidades, NOVA FCSH, Universidade NOVA de Lisboa
  • Leonor Gaspar Pinto CHAM - Centro de Humanidades, NOVA FCSH, Universidade NOVA de Lisboa

Resumo

Este artigo apresenta os resultados finais de um estudo que reúne três gerações de bibliotecários/as num grupo de foco para debaterem as mudanças atuais dos comportamentos informacionais, nomeadamente os dilemas éticos introduzidos pelas novas temporalidades da informação na memória e morte digitais. As áreas de investigação prioritárias identificadas foram: (1) Perspetivas éticas, (2) Literacia digital, (3) Gestão de informação pessoal e (4) Espaço biográfico. As práticas de memorialização foram consideradas necessárias, especialmente as memórias digitais e o storytelling digital na fase perimortem, os e-obituários e a memorialização online. A gestão dos legados digitais foi considerada uma área de negócio emergente para a qual se considera ser necessário existir normas e curadoria de informação, enquanto garantia da integridade e da identidade digital. As interações tecnológicas anteriormente referidas assumem para este grupo um elemento de autorrepresentação da identidade digital imortal.

Palavras-chave: Comportamento informacional; Ética da informação; Memória digital; Morte digital.

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Publicado

2020-08-03

Como Citar

Ochôa, P., & Pinto, L. G. (2020). Memória e morte digitais – dilemas éticos e perspetivas do tempo em Ciência da Informação. Páginas a&b: Arquivos E Bibliotecas, 13–22. Obtido de https://ojs.letras.up.pt/index.php/paginasaeb/article/view/6821

Edição

Secção

Artigos