A imortalidade da alma segundo Manuel de Góis e Baltasar Álvares, (1598)

Autores

  • Maria Camps Instituto de Filosofia

Resumo

A imortalidade da alma e a possibilidade da subsistência post mortem da alma racional na condição de separada do corpo até ao momento da Ressurreição são pilares da fé cristã católica. Manuel de Góis e Baltasar Álvares, no Curso Jesuíta Conimbricense, procuram defender filosoficamente esta
verdade da fé, esforçando-se por demonstrar com a razão os postulados teológicos católicos.


Palavras chave: Curso Jesuíta Conimbricense (CJC); Imortalidade da alma; Alma racional; Alma separada, ressurreição; Fé Católica.

Autores antigos, medievais e do início da modernidade: Manuel de Góis; Baltasar Álvares.

 

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Publicado

2019-05-26

Como Citar

Camps, M. (2019). A imortalidade da alma segundo Manuel de Góis e Baltasar Álvares, (1598). Mediaevalia. Textos E Estudos, 33, 87–101. Obtido de https://ojs.letras.up.pt/index.php/mediaevalia/article/view/1345

Edição

Secção

Estudos