Tradução como hospitalidade: notas incompletas para uma (po)ética do traduzir
Resumo
Este texto procura refletir sobre uma ideia de tradução que se assume como uma
geografia de acolhimento, um lugar inclusivo em que recebemos o outro, que é necessariamente diferente do “nós” que traduz. Aplicando a reflexão à Europa, o artigo defende, especulativamente, a tradução como gesto relacional, em que, reconhecendo os nossos outros como iguais, nos (re)conhecemos neles.
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Publicado
2020-05-07
Como Citar
Lopes, A. (2020). Tradução como hospitalidade: notas incompletas para uma (po)ética do traduzir. Translation Matters, 2(1), 116–125. Obtido de https://ojs.letras.up.pt/index.php/tm/article/view/7197
Edição
Secção
Articles
