Dividir a História: da epistemologia à política?

Bruno Henriques

Resumo


Partindo das diretrizes da Academia Portuguesa da História, renascida durante o Estado Novo, este artigo propõe-se analisar temas, conteúdos e, acima de tudo, os valores que norteiam a produção historiográfica do período em questão. Para tal, tomámos como protagonista António Augusto Mendes Correia, eminente portuense e antropólogo da primeira metade do século XX, e através da sua produção histórica, procurámos o seu enquadramento nos valores científicos da Academia e averiguar o grau de influência na sua obra. Este artigo resulta da investigação apresentada na dissertação de mestrado com o título: «A ressurreição da raça portuguesa no pensamento de Mendes Correia. História. Antropologia. Eugenia (1911-1960)»

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