Propaganda anticancerosa, mobilização de elites e consciência sanitária em Portugal : despertar consciências e educar para a saúde na primeira metade do século XX
Abstract
O objecto deste artigo é a propaganda anticancerosa portuguesa realizada na primeira metade do século XX. Pretendeu-se mostrar que apesar do maior esforço propagandístico ter assumido a sua forma mais expressiva a partir da fundação do Instituto Português para o Estudo do Cancro em 1923, seria mais intenso durante o Estado Novo. O impacto do discurso médico junto dos diferentes agentes sociais e políticos, materializou-se na realização de uma campanha de persuasão social constante. A atitude preventiva da luta contra o cancro tornou-se num dos principais agentes da conquista de uma consciência sanitária nacional, num país ainda carente de progressos em matéria de educação para a saúde das massas e com défices na socialização da medicina.Downloads
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Published
2018-10-04
How to Cite
Costa, R. M. P. (2018). Propaganda anticancerosa, mobilização de elites e consciência sanitária em Portugal : despertar consciências e educar para a saúde na primeira metade do século XX. CEM – Culture, Space & Memory, (1). Retrieved from https://ojs.letras.up.pt/index.php/CITCEM/article/view/4885
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