O mar como fronteira : Cook, Banks, Parkinson e a construção de imagens
Resumo
Partindo de uma reflexão sobre a fronteira colonial, este artigo pretende lançar a discussão em torno da noção do mar como fronteira. Na sua atracção pela fronteira continental, os historiadores secundarizam a fronteira marítima. Partindo de um estudo de caso – a primeira viagem de circum-navegação de James Cook e os relatos a ela associados – pretende-se contribuir para um melhor entendimento da fronteira colonial brasileira, bem como da forma como Impérios Europeus do século XVIII se pensavam a si e nas suas relações com os outros Impérios; e ainda, de como a Europa das Luzes se considerava quando se relacionava com as colónias de matriz europeia estabelecidas nos trópicos, ou, neste caso concreto, com o Brasil colonial.Downloads
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Publicado
04-10-2018
Como Citar
Domingues, Ângela. (2018). O mar como fronteira : Cook, Banks, Parkinson e a construção de imagens. CEM – Cultura, Espaço & Memória, (1). Obtido de https://ojs.letras.up.pt/index.php/CITCEM/article/view/4868
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