Os agentes diplomáticos da Baixa Idade Média portuguesa (1431-1474): uma elite ao serviço da Coroa

Autores

  • Duarte Maria de Monteiro de Babo Marinho

Resumo

A aristocracia, o clero e os comerciantes desempenhavam um papel preponderante na Diplomacia.
O protagonismo incidia no primeiro grupo: os nobres, diplomatas, elite de cultas e esclarecidas personalidades, que desempenhavam variados cargos nas diversas instâncias da administração central.
Muitos ostentavam a dignidade de conselheiros e, por tal, eram omnipresentes no trato diplomático. Nos seus ofícios do dia-a-dia faziam carreira e  primoravam competências ao longo dos anos, tornando-se, dessa forma, fiéis depositários de memórias e conhecedores dos mais imbrincados mecanismos dessas instâncias
burocráticas. Alguns destes homens eram vultos fundamentais e indispensáveis tanto à Diplomacia como aos seus ofícios quotidianos, o que lhes permitia continuar ativos durante vários reinados, mesmo nos períodos mais conturbados da diacronia em estudo.

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Publicado

2018-07-24

Como Citar

Marinho, D. M. de M. de B. (2018). Os agentes diplomáticos da Baixa Idade Média portuguesa (1431-1474): uma elite ao serviço da Coroa. História: Revista Da Faculdade De Letras Da Universidade Do Porto, 7(2). Obtido de https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/4530

Edição

Secção

Dossier temático