“A(s) comunidade(s) do Mosteiro de S. Salvador de Travanca nas vésperas da sua extinção: os (des)usos do património”´

Autores

  • Ana Sofia Brás Mesquita

Resumo

O presente artigo pretende analisar o papel do Mosteiro de S. Salvador de Travanca na gestão do seu património o que implicou, no passado, relações entre duas comunidades: a dos seus proprietários e usufrutuários (os monges) e a do conjunto de pessoas que a eles se ligavam, através de laços socioeconómicos, culturais e religiosos. Esta realidade extinguiu-se no contexto liberal (1834). Numa segunda parte, definem-se os novos tipos de relacionamentos, dada a nova natureza de que se reveste o mosteiro após a sua extinção. A sua classificação atual, enquanto monumento, obriga ao estabelecimento de novos critérios, mais institucionais, que não deixam de se inscrever em áreas culturais, sociais e económicas da sociedade atual, no rasto do seu passado. Palavras-chave: Mosteiro de S. Salvador de Travanca; Extinção das Ordens Religiosas; Comunidades; Património.

Biografia Autor

Ana Sofia Brás Mesquita

Natural de Amarante conclui, em 2015, a licenciatura em Turismo pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Em 2019 finalizou o Mestrado em História e Património – Ramo de Mediação Patrimonial pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

A dissertação de mestrado intitulou-se “A(s) comunidade(s) do Mosteiro de S. Salvador de Travanca nas vésperas da sua extinção: Os (des)usos do património”.

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Publicado

2021-01-14

Como Citar

Brás Mesquita, A. S. (2021). “A(s) comunidade(s) do Mosteiro de S. Salvador de Travanca nas vésperas da sua extinção: os (des)usos do património”´. História: Revista Da Faculdade De Letras Da Universidade Do Porto, 10(2). Obtido de https://ojs.letras.up.pt/index.php/historia/article/view/9155

Edição

Secção

Dossier temático