A guerra não tem rosto de mulher, de Svetlana Aleksiévitch, e Memórias do cárcere e Infância, de Graciliano Ramos:

um olhar sobre o texto como tecido da cultura/contexto em narrativas de memórias

Autores

  • Maria Cláudia Bachion Ceribeli Instituto Federal do Espírito Santo (IFES)

Palavras-chave:

Memórias, Texto como tecido da cultura, Svetlana Aleksiévitch, Graciliano Ramos

Resumo

O artigo investiga as memórias registradas nas obras A guerra não tem rosto de mulher, de Svetlana Aleksiévitch, e Memórias do Cárcere e Infância, de Graciliano Ramos, objetivando identificar que tais textos se revelam como tecidos da cultura dos momentos históricos nos quais foram construídos. A metodologia utilizada para o desenvolvimento do trabalho foi a pesquisa bibliográfica e documental, além de uma leitura cotejada das obras em análise. Tal procedimento considerou particularidades que caracterizam as referidas obras, relacionando seus conteúdos e processos de criação ao constructo cultural no qual foram elaboradas. Conclui-se a pesquisa sugerindo que retomar tais textos poderia contribuir para desenvolver análises, debates e estudos antropológicos, socio-político-econômicos e sociológicos que provocassem a eliminação ou atenuação de problemáticas que a sociedade brasileira (e mundial) vem enfrentando e mantendo vigentes, como a violência.

DOI
https://doi.org/10.21747/2182-9748/cem19v2

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Publicado

26-06-2025

Como Citar

Ceribeli, M. C. B. (2025). A guerra não tem rosto de mulher, de Svetlana Aleksiévitch, e Memórias do cárcere e Infância, de Graciliano Ramos:: um olhar sobre o texto como tecido da cultura/contexto em narrativas de memórias. CEM – Cultura, Espaço & Memória, (19), 171–185. Obtido de https://ojs.letras.up.pt/index.php/CITCEM/article/view/14236

Edição

Secção

Vária