Os Lugares Santos nos retábulos portugueses:

as cruzes em madeira de oliveira e madrepérola da Terra Santa (sécs. XVII-XIX)

Autores

  • António Marques Rodrigues Professor de História no Ensino Básico

Palavras-chave:

Custódia da Terra Santa, Crucifixo de altar, Redes, Indulgências

Resumo

A distância entre Portugal e os Lugares Santos era vencida pela omnipresença de várias referências bíblicas no quotidiano dos fiéis. O Comissariado da Terra Santa em Portugal (1621-1833), instituição franciscana intimamente ligada à Custódia da Terra Santa, vocacionada à recolha e envio de esmolas para o sustento da instituição, reforçou esta relação. A generosidade dos benfeitores era retribuída com a oferta de objetos de devoção, produzidos na Terra Santa, em madeira de oliveira e madrepérola. O presente estudo pretende contextualizar e expor esta prática como mecanismo de fomento da piedade, indagando sobre a presença deste tipo de peças nos retábulos portugueses, olhando-os para além — mas não só — da materialidade que apresentam.

DOI
https://doi.org/10.21747/2182-9748/cem19a4

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Publicado

26-06-2025

Como Citar

Rodrigues, A. M. (2025). Os Lugares Santos nos retábulos portugueses: : as cruzes em madeira de oliveira e madrepérola da Terra Santa (sécs. XVII-XIX). CEM – Cultura, Espaço & Memória, (19), 65–82. Obtido de https://ojs.letras.up.pt/index.php/CITCEM/article/view/14469

Edição

Secção

Dossier Temático

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